02/09/17

Chove

Chove!...
Será que chove tanto assim,
Ou serão lágrimas de mim?!
Tento calçar os ténis,
correr por essas estradas sem fim,
mas não consigo,
Não sei o que há em mim.
Esmoreço
Quando dantes me lançava
Hoje, aguardo que pare
Estremeço
Mas a chuva sempre foi assim
Mais forte, mais meiga
Nunca me parava
Agora olho
E fico
Não sei o que há em mim!

1 comentário:

noname disse...


Os anos de chuva, vão-nos tolhendo os movimentos e a jovialidade de outrora - mas também traz coisas bonitas.